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Pesquisando notei que existem varias variações do printf, mas não entendi quais as diferenças e qual usar em determinada circunstância.

Gostaria de saber a finalidade de cada um com suas diferenças e como podem ser usados.

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Todos são definidos em <stdio.h>:

int printf( const char *format, ... );                                                 <C99
int printf( const char *restrict format, ... );                                         C99+

printf escreve no stream de saída stdout.

int fprintf( FILE *stream, const char *format, ... );                                  <C99
int fprintf( FILE *restrict stream, const char *restrict format, ... );                 C99+

fprintf escreve em um stream de saída definido por stream.

int sprintf( char *buffer, const char *format, ... );                                  <C99
int sprintf( char *restrict buffer, const char *restrict format, ... );                 C99+

sprintf escreve em um buffer de caracteres definido por buffer. O comportamento é indefinido se a string e mais seu terminador forem maiores que o array apontado.

int snprintf( char *restrict buffer, int bufsz, const char *restrict format, ... );     C99+

snprintf escreve na string buffer, até o máximo de bufsz - 1, terminando com nulo, a não ser que bufsz seja zero. Se for zero, nada é escrito, mas o número de bytes que seria escrito é calculado e retornado de qualquer maneira. Neste caso específico, buffer pode ser ponteiro nulo

int printf_s( const char *restrict format, ...);                                        C11+
int fprintf_s( FILE *restrict stream, const char *restrict format, ...);                C11+
int sprintf_s( char *restrict buffer, rsize_t bufsz, const char *restrict format, ...); C11+
int snprintf_s( char *restrict buffer, rsize_t bufsz, const char *restrict format, ...);C11+

Estas funções sufixadas por _s são equivalentes às primeiras quatro, mas os seguintes erros são detectados nestas versões, e chamam o handler de constraint instalado:

  • o especificador %n está presente no formato
  • qualquer argumento correspondente a um %s é ponteiro nulo
  • formato ou buffer é ponteiro nulo
  • bufsz é zero ou maior que RSIZE_MAX
  • erros de conversão de caractere
  • (apenas para sprintf_s) a string com terminador é maior que bufsz


Nota: a disponibilidade de fprintf_s, sprintf_s, e snprintf_s só é garantida se a implementação definir __STDC_LIB_EXT1__ e o usuário definir __STDC_WANT_LIB_EXT1__ como 1 antes de incluir <stdio.h>.


Referência:

http://en.cppreference.com/w/c/io/fprintf

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printf (print formatted) escreve um texto formatado para o stream de saída padrão (stdout).

fprintf (file print formatted) escreve um texto formatado para um stream de saída que o usuário especifica.

sprintf (string print formatted) escreve um texto formatado para uma string.

snprintf (safe sprintf) o mesmo que o sprintf, mas não está suscetível a estouro de buffer.

Pela lógica, printf_s e fprintf_s seriam as versões seguras de printfe fprintf, respectivamente, ou seja, versões onde há verificação das posições de memória acessadas, de forma que não ocorra estouro de buffer ou acesso indevido a outra posição de memória. Porém, admito, nunca usei/nunca vi estas funções.

Você encontra bons exemplos na documentação. Exemplo: printf. Na busca, troque o nome da função e verá definição, parâmetros, tipo de retorno, exemplos e muito mais.

Espero que tenha ajudado!

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O funcionamento de todos é semelhante, então não vejo necessidade de exemplos. Presumo que você saiba usar o printf(). Todos usam a convenção de uma string de "máscara" seguida de um vararg, ou seja, um número variável de argumentos que atendem aos % presentes na máscara. As funções que você citou diferem basicamente no que acontece com a string de resultado.

printf: imprime o resultado no stdout (saída padrão, que no caso de execução de linha de comando é o terminal).

fprintf: envia o resultado para o arquivo aberto passado como primeiro parâmetro (tipo FILE).

sprintf: envia o resultado para um buffer, passado como primeiro parâmetro. Esta função é considerada insegura porque o resultado pode ser maior que esse buffer, principalmente se os parâmetros vararg forem fornecidos por um agente externo, abrindo a porta para uma invasão (stack overflow).

snprintf: versão segura do sprintf. O segundo parâmetro passado é o tamanho do buffer passado no primeiro parâmetro. Se o resultado for maior que o tamanho declarado do buffer, ele será preenchido até o limite, mas sem stack overflow.

asprintf: versão segura do sprintf que só é oferecida em sistemas GNU (e.g. Linux). O resultado é retornado como uma string dinamicamente alocada, no tamanho necessário. É melhor que snprintf porque não é necessário calcular o maior tamanho possível do resultado.

printf_s, sprintf_s, etc: idem as versões sem sufixo _s, porém algumas verificações adicionais são feitas de modo a evitar os bugs típicos ao usar-se a família printf:

1) veda a máscara %n, fonte de toda uma classe de bugs e ataques

2) verifica se algum dos parâmetros correspondentes a %s é NULL

3) verifica se formato ou buffer é NULL

4) verifica se o tamanho do buffer é válido

5) a função sprintf_s exige o tamanho do buffer como segundo parâmetro, e o resultado só é armazenado no buffer se couber, diferente de snprintf(_s) que armazena a parte do resultado que couber.

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