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Alguém consegue mencionar um único caso real de utilização do atributo data-* (no padrão que sugere a W3C) para o elemento raiz html? Caso não seja possível um motivo real, pelo menos então imaginar uma situação em que seu uso fará pequena ou grande diferença nesse elemento? Obrigada.

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    @renan esta página do Stackoverflow não possui nenhum atributo data-* em seu elemento html, infelizmente. Será que consegue, mesmo que não contenha exemplos, imaginar uma situação em que data-* pode ser de grande ou pequena utilidade no elemento html? – Ingrid Farabulini 16/03/16 às 2:33
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    Talvez eu não tenha entendido qual é a sua dúvida então. O elemento em que está sua pergunta tem um atributo data-questionid="118395", para que ele serve, só o pessoal do SO pode responder. Chutando (muito longe, talvez) esse valor pode ser usado para apontar qual é o ID da pergunta quando alguém dá um upvote ou downvote. – Renan Gomes 16/03/16 às 2:43
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    @renan acho que vai ajudar, quando falei elemento html estava dizendo "usar data-* como um atributo da tag html", entendeu moço? – Ingrid Farabulini 16/03/16 às 2:55
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    Por exemplo, se a página atual apresenta uma notícia, por que não colocar o id da notícia como data-noticia-id no elemento raiz, ou no body? Se é um metadado que diz respeito à entidade mais geral que aquele documento html representa, faz sentido colocar na raiz. – bfavaretto 16/03/16 às 3:05
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    Fazendo o advogado do diabo, eu diria que um bom motivo pra não usar é que a tag html será parseada antes da meta charset, de modo que se o browser tentar abri-lo sem conhecer de antemão sua codificação (por exemplo, se o arquivo for lido do sistema de arquivos local) ele pode ter problemas com caracteres unicode dentro desse atributo. Por essa razão, eu usaria o body para guardar atributos "globais" à página, e não o html. Agora, algo muito "meta" mesmo, que se aplicasse inclusive ao head, talvez tivesse que ir pro html mesmo, ainda que com restrições ao conteúdo. – mgibsonbr 16/03/16 às 3:31
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Quando eu utilizava HTML4 e seus "ancestrais" por assim dizer eu costumava declarar atributos não existentes que de forma sintática não apresentava erro, mas de forma semântica sim.

W3C percebeu que existiam muitos casos nos quais estas declarações deixavam o html poluído e por isto criaram o data-whatever.

Exemplo:

Se você fosse definir um input, geralmente o comportamento dele, por padrão seria apenas ter um valor. Agora, se você tivesse um menu, e necessita-se definir múltiplos comportamentos, você poderia declara-los assim:

data-toggle="true"
data-width="500"
data-height="200"
data-resize="true"

Outra coisa bem legal, e que os desenvolvedores antigamente utilizavam input type='hidden' para guardar valores de forma que ninguém conseguisse acessa-los, hoje você já poderia coloca-los no mesmo input inserindo o data-valor, estes dois casos são utilizados em vários frameworks e plugins, o que eles trazem em si e mais semântica e confiabilidade em questão de não haver conflito com atributos já existentes.

Compatibilidade Can I Use data-

  • No caso data-valor posso trocar pra qualquer outro nome, por exemplo aqui data-outronome, isso se utiliza usando javascript correto? – Guilherme SpinXO 16/03/16 às 2:56
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    @GuilhermeSpinXO não! Se trata de HTML5, leitura recomendada: devmedia.com.br/utilizando-os-custom-data-attributes-da-html5/… – Gabriel Rodrigues 16/03/16 às 2:58
  • @GabrielRodrigues entendi seu exemplo com o elemento input, a explicação também é perfeita. Mas consegue definir um caso real de uso no elemento (tag) html, que é a raiz de todas os demais elementos? – Ingrid Farabulini 16/03/16 às 3:01
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    @IngridFarabulini Você viu a utilização no html a onde? A única utilização do data- na tag html para mim seria para realizar algum tipo de template. – Gabriel Rodrigues 16/03/16 às 3:14
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    @IngridFarabulini É que os data attibutes valem para qualquer elemento. Geralmente, criar uma exceção é mais custoso do que não criar. Não existe um caso de uso clássico. Existem casos possíveis, ao menos hipoteticamente, e existe a restrição que o mgibsonbr citou. Não é comum fazer isso, mas também não é proibido. – bfavaretto 17/03/16 às 1:10

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